sexta-feira, 28 de junho de 2013
Pensamento Egoísta
Quando pensamos em Egoísmo, lembramos imediatamente de uma pessoa que pensa somente nos seus próprios interesses, em conseguir sempre aquilo que é melhor para ela. O pensamento egoísta também é isto, mas não SÓ isto.
O egoísmo realmente passa pelo entendimento de que o nosso pensamento esta voltado para nós mesmos. O problema é que somente identificamos esse jeito de comportar-se no que diz respeito as coisas materiais, a posse de alguma coisa.
Chamamos alguém de egoísta quando ela não consegue dividir nada ou somente pensa nas suas próprias vontades. Por exemplo: “Você tem que se comportar desse jeito que EU estou falando”, “Você não faz nada do jeito que EU falo”, “Nas minhas coisas ninguém mexe”, “Não suporto ter que emprestar nada”.
O egoísmo passa por um conceito em psicologia que é o EGOCENTRISMO.
O Egocentrismo é o jeito de pensar sempre voltado a SI MESMO. Apresentamos a tendência de pensar que as nossas opiniões, os nossos gostos, as nossas escolhas são sempre as melhores – não só para nós mesmos mas para aqueles que estão a nossa volta.
Viver com atitudes egocêntricas nos causa dor, doenças, irritabilidade pois, sempre queremos as coisas do NOSSO jeito. Esquecemos de pensar que as outras pessoas podem querer coisas diferentes, desejar e buscar uma vida diferente daquilo que você acha bom, bonito ou certo.
Devemos aprender a RESPEITAR as vontades e escolhas dos outros. Nem sempre o nosso jeito de pensar é o correto. Muitas vezes o que EU acho que é bom para mim, não é bom para o outro.
Cada um tem a sua personalidade e tem o direito de escolher o que é melhor para ela (e assumir as consequências disso). Isso não significa sair por ai fazendo tudo o que tem vontade pois existem limites e consequências para tudo. Deve-se escutar a opinião de outras pessoas em que confia e chegar as suas próprias conclusões.
É importante saber analisar cada atitude, cada escolha, com o que irá ganhar e perder com aquilo. Toda escolha tem sua consequência e não devemos supor que o outro deve fazer as mesmas escolhas que nós.
A grande questão é aprendermos a nos respeitar, não ultrapassar os nossos limites, não nos maltratar. Assim como respeitar as escolhas do outro e lembrar que julgar uma pessoa é muito complicado pois todos temos qualidades e defeitos, diferentes uns dos outros.
Nem sempre pensamos iguais, mas isto não significa necessariamente que o outro pense errado. E para cada vez mais não sofremos com estas atitudes egocêntricas é nos conscientizar que: NEM TUDO É, OU DEVE SER, DO JEITO QUE QUEREMOS E ACHAMOS QUE É O MELHOR.
quinta-feira, 31 de março de 2011
Alegria
Por que razões é importante a ALEGRIA estar presente em nossas vidas?
Antes de responder esta pergunta, é necessário aprendermos o que é a Alegria. Você já se perguntou o que é para você Alegria? Cada um de nós pode ter diversas respostas para definir este sentimento, porém sempre relacionamos a algo que nos proporcione um prazer, um estado de felicidade.
Para muitas pessoas sentir alegria é ganhar algum presente, é alcançar um objetivo, ter dinheiro, ser promovido, ter um filho ou mesmo curar-se de uma doença. Sim, esses e muitos outros momentos felizes e prazerosos nos proporcionam a alegria.
Porém a Alegria não pode ser resumida somente a momentos felizes. Devemos aprender a viver, toda a vida com a alegria presente e esta atitude nos modificará de forma bastante positiva.
Ser uma pessoa alegre, não significa ser uma pessoa boba, tola, que não leva a vida a sério. Ter seriedade na vida não significa ser triste! Ser alegre na vida significa ter uma postura positiva diante do dia a dia, das diversas dificuldades que enfrentamos.
Podemos entender melhor isto com estes exemplos:
• Quando estamos doentes, se ficarmos pensando como é ruim estar doente, que isto não poderia ter acontecido, que o tratamento é doloroso ou complicado, a doença tende a demorar muito mais para curar ou mesmo piora muito. Se, em vez disso, focarmos nossa atenção “no que tenho que fazer para melhorar” e “lembrar que a vida não se resume a doença, que tenho várias outras coisas boas na vida” nos fazem melhorar muito mais rapidamente!
• Se estamos insatisfeitos com o trabalho, não devemos ficar pensando, remoendo a tristeza e lamentando. Devemos sim pensar no que será que eu posso fazer para melhorar as minhas condições de trabalho, fazer um curso, conversar com um superior que possa te ajudar a crescer!
• Quando enfrentamos dificuldades na família também devemos buscar ajuda. Conversar com alguém que possa orientar, trazendo uma outra visão sobre os problemas nos ajuda a solucionar tudo muito mais rápido.
Ter alegria constante é enfrentar as mais diversas dificuldades sabendo que a vida não é somente aquele momento, mas um caminho que construirmos a cada momento. A vida se torna triste e depressiva se focamos naquilo que não deu certo, que não está bom. A vida se torna bela e alegre se a vivemos sabendo que as coisas são passageiras e que podemos modificar seu rumo a qualquer momento.
Ria mais, leia um livro, assista filmes, brinque com crianças, sorria para as pessoas, trate a vida como um presente que deve ser cuidado a todo momento. Assim você sentirá como é muito mais gostoso viver SENDO ALEGRE E FELIZ!
Antes de responder esta pergunta, é necessário aprendermos o que é a Alegria. Você já se perguntou o que é para você Alegria? Cada um de nós pode ter diversas respostas para definir este sentimento, porém sempre relacionamos a algo que nos proporcione um prazer, um estado de felicidade.
Para muitas pessoas sentir alegria é ganhar algum presente, é alcançar um objetivo, ter dinheiro, ser promovido, ter um filho ou mesmo curar-se de uma doença. Sim, esses e muitos outros momentos felizes e prazerosos nos proporcionam a alegria.
Porém a Alegria não pode ser resumida somente a momentos felizes. Devemos aprender a viver, toda a vida com a alegria presente e esta atitude nos modificará de forma bastante positiva.
Ser uma pessoa alegre, não significa ser uma pessoa boba, tola, que não leva a vida a sério. Ter seriedade na vida não significa ser triste! Ser alegre na vida significa ter uma postura positiva diante do dia a dia, das diversas dificuldades que enfrentamos.
Podemos entender melhor isto com estes exemplos:
• Quando estamos doentes, se ficarmos pensando como é ruim estar doente, que isto não poderia ter acontecido, que o tratamento é doloroso ou complicado, a doença tende a demorar muito mais para curar ou mesmo piora muito. Se, em vez disso, focarmos nossa atenção “no que tenho que fazer para melhorar” e “lembrar que a vida não se resume a doença, que tenho várias outras coisas boas na vida” nos fazem melhorar muito mais rapidamente!
• Se estamos insatisfeitos com o trabalho, não devemos ficar pensando, remoendo a tristeza e lamentando. Devemos sim pensar no que será que eu posso fazer para melhorar as minhas condições de trabalho, fazer um curso, conversar com um superior que possa te ajudar a crescer!
• Quando enfrentamos dificuldades na família também devemos buscar ajuda. Conversar com alguém que possa orientar, trazendo uma outra visão sobre os problemas nos ajuda a solucionar tudo muito mais rápido.
Ter alegria constante é enfrentar as mais diversas dificuldades sabendo que a vida não é somente aquele momento, mas um caminho que construirmos a cada momento. A vida se torna triste e depressiva se focamos naquilo que não deu certo, que não está bom. A vida se torna bela e alegre se a vivemos sabendo que as coisas são passageiras e que podemos modificar seu rumo a qualquer momento.
Ria mais, leia um livro, assista filmes, brinque com crianças, sorria para as pessoas, trate a vida como um presente que deve ser cuidado a todo momento. Assim você sentirá como é muito mais gostoso viver SENDO ALEGRE E FELIZ!
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
VOCÊ SABE A DIFERENÇA ENTRE SIMPATIA E EMPATIA?
De um modo geral, imaginamos que tanto a simpatia quanto a empatia possuem o mesmo significado. Isto não é verdade!
A simpatia é comumente confundida com carisma. As pessoas dizem que alguém é simpático quando esta pessoa é agradável, admirável, sorridente. Na verdade, uma pessoa é simpática quando ela consegue compreender e identificar os sentimentos e as emoções, positivos ou negativos, das outras pessoas. Ser simpático é uma forma de se relacionar com as outras pessoas. É uma capacidade que esta ligada ao encontro, ao primeiro momento, um nível inicial de percebermos os sentimentos das outras pessoas.
A empatia, podemos dizer que é uma capacidade de percepção “mais profunda” dos sentimentos das outras pessoas do que percebemos quando somos simpáticos. É a capacidade de perceber o que se passa no íntimo das pessoas. A empatia exige mais do que somente reconhecer o estado emocional do outro. Nos traz a capacidade de “pensar como a outra pessoa pensaria”, de “sentir como o outro sentiria”, e, principalmente “enxergar as situações e sentimentos como exatamente a outra pessoas vivenciam”.
Ao desenvolvermos a empatia em nós, conseguimos ter o real entendimento, a compreensão das idéias, dos sentimentos, das motivações e intenções dos outros.
Mas como, de fato, conseguimos desenvolver esta capacidade? Conseguiremos desenvolver tal capacidade nos libertando da forma de pensar egoísta. Ter o pensamento egoísta significa querer entender o outro a partir do referencial da própria pessoa Como exemplo: é como se eu quisesse entender o outro a partir do que EU acho, acredito, ser certo. Apresentamos a tendência de pensar que as nossas opiniões, os nossos gostos, as nossas escolhas são sempre as melhores ou mais corretas – não só para nós mesmos mas para aqueles que estão a nossa volta.
Pensar de forma empática significa perceber a realidade do que é importante, significativo e sentido pelo outro. Só tendo a empatia desenvolvida conseguiremos entender realmente o que e como o outro está se sentindo ou pensando. Conseguindo perceber esta diferença não ficamos amarrados em pré-conceitos, conseguiremos saber que algo que não é importante para mim, pode ser extremamente importante para o outro.
Não tendo a empatia desenvolvida nos limita, nos faz permanecer pensando o mundo e entendendo as pessoas de forma unilateral, egocentricamente, não tendo idéia e noção de que existem diferentes formas de pensar, sentir, do que as pessoas elegem como importante e significativo em suas vidas.
A empatia nos permite “vivenciar”, de uma outra forma, experiências de outras pessoas e assim aprender com elas, fazendo com que cresçamos nos tornando pessoas melhores, mais inteligentes percebendo que nem tudo é da forma que EU penso ou sinto.
Faça essa experiência, tente se tornar mais empático com as pessoas e assim você começara a perceber como temos muito o que aprender com as experiências elas! E lembre-se: nem tudo é da forma como EU quero ou acredito ser o melhor, o outro pode ser diferente de você e nem por isto estar errado.
A simpatia é comumente confundida com carisma. As pessoas dizem que alguém é simpático quando esta pessoa é agradável, admirável, sorridente. Na verdade, uma pessoa é simpática quando ela consegue compreender e identificar os sentimentos e as emoções, positivos ou negativos, das outras pessoas. Ser simpático é uma forma de se relacionar com as outras pessoas. É uma capacidade que esta ligada ao encontro, ao primeiro momento, um nível inicial de percebermos os sentimentos das outras pessoas.
A empatia, podemos dizer que é uma capacidade de percepção “mais profunda” dos sentimentos das outras pessoas do que percebemos quando somos simpáticos. É a capacidade de perceber o que se passa no íntimo das pessoas. A empatia exige mais do que somente reconhecer o estado emocional do outro. Nos traz a capacidade de “pensar como a outra pessoa pensaria”, de “sentir como o outro sentiria”, e, principalmente “enxergar as situações e sentimentos como exatamente a outra pessoas vivenciam”.
Ao desenvolvermos a empatia em nós, conseguimos ter o real entendimento, a compreensão das idéias, dos sentimentos, das motivações e intenções dos outros.
Mas como, de fato, conseguimos desenvolver esta capacidade? Conseguiremos desenvolver tal capacidade nos libertando da forma de pensar egoísta. Ter o pensamento egoísta significa querer entender o outro a partir do referencial da própria pessoa Como exemplo: é como se eu quisesse entender o outro a partir do que EU acho, acredito, ser certo. Apresentamos a tendência de pensar que as nossas opiniões, os nossos gostos, as nossas escolhas são sempre as melhores ou mais corretas – não só para nós mesmos mas para aqueles que estão a nossa volta.
Pensar de forma empática significa perceber a realidade do que é importante, significativo e sentido pelo outro. Só tendo a empatia desenvolvida conseguiremos entender realmente o que e como o outro está se sentindo ou pensando. Conseguindo perceber esta diferença não ficamos amarrados em pré-conceitos, conseguiremos saber que algo que não é importante para mim, pode ser extremamente importante para o outro.
Não tendo a empatia desenvolvida nos limita, nos faz permanecer pensando o mundo e entendendo as pessoas de forma unilateral, egocentricamente, não tendo idéia e noção de que existem diferentes formas de pensar, sentir, do que as pessoas elegem como importante e significativo em suas vidas.
A empatia nos permite “vivenciar”, de uma outra forma, experiências de outras pessoas e assim aprender com elas, fazendo com que cresçamos nos tornando pessoas melhores, mais inteligentes percebendo que nem tudo é da forma que EU penso ou sinto.
Faça essa experiência, tente se tornar mais empático com as pessoas e assim você começara a perceber como temos muito o que aprender com as experiências elas! E lembre-se: nem tudo é da forma como EU quero ou acredito ser o melhor, o outro pode ser diferente de você e nem por isto estar errado.
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Relação Pai e filhos
Muito se discute sobre qual é o papel do Pai em relação a criação dos filhos. Homens tendem a apresentar dificuldades em saber qual é realmente a sua importância neste processo de formação das crianças e jovens. A figura paterna tem papel fundamental nesta formação.
Quando questionamos os pais sobre este tema, sempre, inicialmente, eles respondem que suas preocupações estão ligadas em proporcionar aos filhos “o melhor” dando conforto, educação e saúde.
Porém, como fazer tudo isso?
O pai deve ter cuidado para não se enquadrar em algum desses tipos de comportamento paterno:
· Pai do tipo AUTORITÁRIO: é aquele que quer tudo do seu jeito, dão ordens o tempo todo podendo ser até agressivo;
· Pai do tipo NEGLIGENTE: é o pai que “não está nem ai”, não se responsabilizam pela rotina do filho, seus horários, desempenho na escola, deixa sempre para a mãe ou outra pessoa resolver;
· Pai o tipo PERMISSIVO: aquele que permite o filho fazer e ter tudo o que quer, o trata como um “pequeno rei”, muitas vezes acha até bonito os comportamentos errados destes filhos;
· Pai do tipo ESPELHO: é aquele que não consegue ver o filho como um ser com personalidade própria em formação e assim projeta nele tudo aquilo que deseja e o que julga ser melhor.
Na realidade, o pai deve educar. Proporcionar que o filho aprenda conceitos como: respeito, amor, amizade, limites, valores éticos e morais.
O pai deve saber ouvir o filho, ser seu amigo sem deixar de apresentar o que se pode ou não fazer, o que é certo ou errado. Deve ser firme e claro no estabelecimento das regras, cumprimentos destas e as conseqüências caso ele, o filho, não as cumpram.
A falta desses limites pode gerar nas crianças e adolescentes descontrole emocional como: ataque de raiva, choro excessivo, gritos, briga com a família e com amigos, dificuldade de concentração, timidez, dificuldade em aprender, enfim, dificuldades para conseguir um desenvolvimento dentro do adequado.
O pai deve estar presente, saber o que acontece na vida do seu filho no dia a dia, seus horários, suas necessidades, do que gosta de fazer, saber dos seus sentimentos, angústias, medos, dificuldades e sonhos. Isto traz segurança e confiança na relação entre pai e filho.
Mesmo quando os pais são separados, o pai deve procurar estar presente dessa forma na vida do filho. Não é por que não moram na mesma casa que a responsabilidade e a importância do pai na vida do filho diminui.
O diálogo e o respeito são fundamentais para uma relação saudável e feliz. Criar momentos onde estejam juntos podendo brincar, conversar, interagir. Demonstrar o interesse por aquilo que é importante para o seu filho.
Tendo essa atenção com a vida do seu filho, é garantido que os laços de afeto e amor serão fortalecidos e a formação da sua personalidade muito mais adequada.
quinta-feira, 17 de junho de 2010
PADRÕES DE BELEZA e SAÚDE
Sempre ouvimos falar em padrões de beleza. Muitas pessoas não sabem o seu significado. Padrões de beleza são características das pessoas consideradas referências do que é bonito.
De tempos em tempos os padrões de beleza se modificam. Por exemplo, já houve época onde quem era obeso (gordinho) era considerado belo. Isto acontecia por que era uma época onde havia falta de comida, e quem era gordo significava que ele era mais rico, tendo mais condições de adquirir a comida.
Atualmente, vemos um padrão de beleza questionável. Mulheres muito magras, abaixo do peso considerado saudável e homens com corpos fortes e bem definidos. Esse tipo de beleza é estipulado e vendido através da mídia, na televisão, revistas e desfiles.
O grande problema é que este padrão é fora da realidade da população, o que causa vários problemas.
As pessoas então começam a desejar, a querer uma aparência, um ideal de beleza diferente, não respeitando o seu biótipo, a estrutura do seu corpo.
Não adianta desejar um tipo de beleza diferente da estrutura que você possui. Permanecer com esse desejo gera frustrações que aparecem como uma insatisfação que destrói a auto-estima. Essas frustrações promovem comportamentos viciosos como o abuso de medicamentos, exagero de exercícios, muitas cirurgias e procedimentos estéticos, dietas “milagrosas” que destroem o organismo, depressão e outros transtornos como a anorexia (que é a atitude de não se alimentar), a bulimia (comer abundantemente e na seqüência, vomitar ou tomar laxantes e diuréticos) que acontecem mais com mulheres que desejam emagrecer e a vigorexia (abuso de exercícios físicos e uso de diversos medicamentos) que ocorre mais em homens que desejam o aumento do volume muscular.
Esse padrão de beleza e a crueldade que ele traz, vêm sendo tão questionado que muitas grifes do mundo da moda não aceitam que seus desfiles contenham modelos com o peso abaixo do considerado saudável. Também já existe uma legislação que dita que toda imagem, que se utiliza de recursos de computação e a modificam, como os editores de imagem, seja identificada contendo essa modificação Essas atitudes estão sendo tomadas devido o risco a saúde (física e psíquica) da população que vem acontecendo.
Agora pense: será que é correto manter o desejo que é estabelecido pelas propagandas ou mudar o seu pensamento e descobrir a sua beleza?
Quando começamos a nos visualizar e nos aceitar dentro daquilo que podemos ser, construímos nossa personalidade de forma muito mais organizada e uma auto-estima adequada que promove força, vitalidade e crescimento.
Permanecer preso a padrões, na maioria das vezes inatingíveis, somente limita a nossa vida e distorce a realidade. Continuar nessa busca só gera sentimentos negativos e perdas. Nem sempre o que desejamos e queremos, pode ser realizado.
Devemos encontrar caminhos para desenvolver a nossa auto-estima e descobrir aquilo que realmente é importante e belo para cada um de nós.
De tempos em tempos os padrões de beleza se modificam. Por exemplo, já houve época onde quem era obeso (gordinho) era considerado belo. Isto acontecia por que era uma época onde havia falta de comida, e quem era gordo significava que ele era mais rico, tendo mais condições de adquirir a comida.
Atualmente, vemos um padrão de beleza questionável. Mulheres muito magras, abaixo do peso considerado saudável e homens com corpos fortes e bem definidos. Esse tipo de beleza é estipulado e vendido através da mídia, na televisão, revistas e desfiles.
O grande problema é que este padrão é fora da realidade da população, o que causa vários problemas.
As pessoas então começam a desejar, a querer uma aparência, um ideal de beleza diferente, não respeitando o seu biótipo, a estrutura do seu corpo.
Não adianta desejar um tipo de beleza diferente da estrutura que você possui. Permanecer com esse desejo gera frustrações que aparecem como uma insatisfação que destrói a auto-estima. Essas frustrações promovem comportamentos viciosos como o abuso de medicamentos, exagero de exercícios, muitas cirurgias e procedimentos estéticos, dietas “milagrosas” que destroem o organismo, depressão e outros transtornos como a anorexia (que é a atitude de não se alimentar), a bulimia (comer abundantemente e na seqüência, vomitar ou tomar laxantes e diuréticos) que acontecem mais com mulheres que desejam emagrecer e a vigorexia (abuso de exercícios físicos e uso de diversos medicamentos) que ocorre mais em homens que desejam o aumento do volume muscular.
Esse padrão de beleza e a crueldade que ele traz, vêm sendo tão questionado que muitas grifes do mundo da moda não aceitam que seus desfiles contenham modelos com o peso abaixo do considerado saudável. Também já existe uma legislação que dita que toda imagem, que se utiliza de recursos de computação e a modificam, como os editores de imagem, seja identificada contendo essa modificação Essas atitudes estão sendo tomadas devido o risco a saúde (física e psíquica) da população que vem acontecendo.
Agora pense: será que é correto manter o desejo que é estabelecido pelas propagandas ou mudar o seu pensamento e descobrir a sua beleza?
Quando começamos a nos visualizar e nos aceitar dentro daquilo que podemos ser, construímos nossa personalidade de forma muito mais organizada e uma auto-estima adequada que promove força, vitalidade e crescimento.
Permanecer preso a padrões, na maioria das vezes inatingíveis, somente limita a nossa vida e distorce a realidade. Continuar nessa busca só gera sentimentos negativos e perdas. Nem sempre o que desejamos e queremos, pode ser realizado.
Devemos encontrar caminhos para desenvolver a nossa auto-estima e descobrir aquilo que realmente é importante e belo para cada um de nós.
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Frustrações
Um dos fatos mais complicados de aprendermos a trabalhar em nossas emoções, são aquelas repercussões causadas por situações que nos geram frustração.
Em primeiro lugar, devemos observar como estamos conduzindo a nossa vida, o que nós estamos fazendo de bom e de ruim para nós mesmos. Temos que olhar se estamos fazendo coisas que gostamos, se estamos tomando atitudes adequadas àquilo que acreditamos ser correto, se estamos ao lado de pessoas que realmente nos fazem bem, se nosso trabalho está adequado ao seu desejo e qualidade de vida. Depois de conseguirmos observar esta realidade, adequar o nosso desejo a situação que nos é mostrada. Por exemplo: observar o trabalho que temos, as sensações que ele nos causa, o que esperamos que ele nos proporcione. Quando esperamos mais do que este trabalho pode nos dar, acontece a frustração. Nos relacionamentos é a mesma coisa, muitas vezes nos “apaixonamos” pela IDÉIA que criamos sobre a pessoa e esquecemos de ver quem é realmente esta pessoa e o que ela pode nos proporcionar.
A Frustração normalmente ocorre quando desejamos alguma coisa e o resultado não é o esperado. Quando essas desilusões acontecem, não devemos permanecer apenas chorando, lamentando-se e sofrendo pelo que aconteceu, com pena de você mesmo, culpando-se. Devemos, neste momento, parar para observar tudo o que aconteceu: observar seus erros e os acertos; os erros e os acertos do outro, além de observar as condições em que o fato ocorreu.
Devemos nos lembrar que todos somo humanos, com qualidades e defeitos e que, às vezes, ESPERAMOS E QUEREMOS MAIS do que as outras pessoas ou a situação pode nos dar.
Esta alta expectativa nos cega, não deixando perceber que nós NÃO estamos observando a REALIDADE e sim apenas vivendo de busca de realizações sem planejamento, de uma idéia por nós formulada e isto nos causa uma sensação de que algo falhou, não deu certo, “não era aquilo que queria” e isto vem mostrar que: nem sempre o que queremos é o que podemos ter diante da realidade apresentada.
Sendo assim, quando aprendemos a observar com mais clareza as situações, as pessoas, o trabalho, conseguiremos fazer com o que realmente desejamos aconteça da melhor forma, sem perdermos tempo com situações que somente nos geram dor e não nos proporcionam nenhuma evolução como pessoa, na nossa busca da FELICIDADE.
Em primeiro lugar, devemos observar como estamos conduzindo a nossa vida, o que nós estamos fazendo de bom e de ruim para nós mesmos. Temos que olhar se estamos fazendo coisas que gostamos, se estamos tomando atitudes adequadas àquilo que acreditamos ser correto, se estamos ao lado de pessoas que realmente nos fazem bem, se nosso trabalho está adequado ao seu desejo e qualidade de vida. Depois de conseguirmos observar esta realidade, adequar o nosso desejo a situação que nos é mostrada. Por exemplo: observar o trabalho que temos, as sensações que ele nos causa, o que esperamos que ele nos proporcione. Quando esperamos mais do que este trabalho pode nos dar, acontece a frustração. Nos relacionamentos é a mesma coisa, muitas vezes nos “apaixonamos” pela IDÉIA que criamos sobre a pessoa e esquecemos de ver quem é realmente esta pessoa e o que ela pode nos proporcionar.
A Frustração normalmente ocorre quando desejamos alguma coisa e o resultado não é o esperado. Quando essas desilusões acontecem, não devemos permanecer apenas chorando, lamentando-se e sofrendo pelo que aconteceu, com pena de você mesmo, culpando-se. Devemos, neste momento, parar para observar tudo o que aconteceu: observar seus erros e os acertos; os erros e os acertos do outro, além de observar as condições em que o fato ocorreu.
Devemos nos lembrar que todos somo humanos, com qualidades e defeitos e que, às vezes, ESPERAMOS E QUEREMOS MAIS do que as outras pessoas ou a situação pode nos dar.
Esta alta expectativa nos cega, não deixando perceber que nós NÃO estamos observando a REALIDADE e sim apenas vivendo de busca de realizações sem planejamento, de uma idéia por nós formulada e isto nos causa uma sensação de que algo falhou, não deu certo, “não era aquilo que queria” e isto vem mostrar que: nem sempre o que queremos é o que podemos ter diante da realidade apresentada.
Sendo assim, quando aprendemos a observar com mais clareza as situações, as pessoas, o trabalho, conseguiremos fazer com o que realmente desejamos aconteça da melhor forma, sem perdermos tempo com situações que somente nos geram dor e não nos proporcionam nenhuma evolução como pessoa, na nossa busca da FELICIDADE.
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Ai que vergonha! – Timidez
Ai que vergonha! – Timidez
Ser tímido é um problema enfrentando por um grande número de pessoas. Essas pessoas apresentam um conjunto de atitudes, pensamentos e sensações que resultam em um esquema de comportamento peculiar.
Como característica desse esquema, podemos observar que a pessoa tímida, ao se deparar com situações novas, ela se retrai, “trava” e não consegue fazer nada. Por exemplo: não consegue falar em público ou paquerar.
Apresenta um medo, uma dificuldade em agir (não sabe o que fazer), não consegue conversar com outras pessoas ou até mesmo permanecer no mesmo ambiente. Tem medo de ser rejeitado e também se sente triste e sozinho, não tendo muitos amigos.
Essa pessoa muitas vezes possui um sentimento de impotência, fraqueza, sentimento que não vai conseguir enfrentar a situação que se apresenta. Ela preocupa-se também muito com o que as outras pessoas vão pensar, tem medo do julgamento das outras pessoas em relação a ela.
Também pode ter sensações físicas como o famoso “frio na barriga”, respiração rápida, ofegante, mãos geladas, suor excessivo, rosto vermelho.
A Timidez é uma ansiedade excessiva em enfrentar o novo, principalmente quando é observado por outras pessoas. Porém é interessante ressaltar que a timidez não é uma doença. É um modo de se comportar que incomoda a pessoa, mas que não a IMPOSSIBILITA de realizar a ação (mesmo que com algum sofrimento). Quando essas sensações começam a limitar a pessoa, fazer com que ela vá deixando de fazer as atividades de seu cotidiano por essas sensações, podemos estar não diante da timidez mas sim de alguma doença como a fobia social entre outras.
Quem é tímido deve buscar tratamento visando melhorar a sua segurança nessas situações, reorganizar a auto-estima, desmistificar alguns pensamentos, crenças, que impossibilitam as mudanças de atitude. Não depende só da força de vontade da pessoa, mas a psicoterapia é um grande aliado para vencer a timidez. Quem é tímido não deve “se fechar”, acreditando que ele não vá conseguir mudar (lembre-se de que este é um sentimento característico da timidez). Deve buscar ajuda para conseguir vencer as “barreiras” que ele mesmo está se impondo e assim conseguir viver de modo muito mais alegre e livre, sem tantas angústias, medos e sofrimento.
Ser tímido é um problema enfrentando por um grande número de pessoas. Essas pessoas apresentam um conjunto de atitudes, pensamentos e sensações que resultam em um esquema de comportamento peculiar.
Como característica desse esquema, podemos observar que a pessoa tímida, ao se deparar com situações novas, ela se retrai, “trava” e não consegue fazer nada. Por exemplo: não consegue falar em público ou paquerar.
Apresenta um medo, uma dificuldade em agir (não sabe o que fazer), não consegue conversar com outras pessoas ou até mesmo permanecer no mesmo ambiente. Tem medo de ser rejeitado e também se sente triste e sozinho, não tendo muitos amigos.
Essa pessoa muitas vezes possui um sentimento de impotência, fraqueza, sentimento que não vai conseguir enfrentar a situação que se apresenta. Ela preocupa-se também muito com o que as outras pessoas vão pensar, tem medo do julgamento das outras pessoas em relação a ela.
Também pode ter sensações físicas como o famoso “frio na barriga”, respiração rápida, ofegante, mãos geladas, suor excessivo, rosto vermelho.
A Timidez é uma ansiedade excessiva em enfrentar o novo, principalmente quando é observado por outras pessoas. Porém é interessante ressaltar que a timidez não é uma doença. É um modo de se comportar que incomoda a pessoa, mas que não a IMPOSSIBILITA de realizar a ação (mesmo que com algum sofrimento). Quando essas sensações começam a limitar a pessoa, fazer com que ela vá deixando de fazer as atividades de seu cotidiano por essas sensações, podemos estar não diante da timidez mas sim de alguma doença como a fobia social entre outras.
Quem é tímido deve buscar tratamento visando melhorar a sua segurança nessas situações, reorganizar a auto-estima, desmistificar alguns pensamentos, crenças, que impossibilitam as mudanças de atitude. Não depende só da força de vontade da pessoa, mas a psicoterapia é um grande aliado para vencer a timidez. Quem é tímido não deve “se fechar”, acreditando que ele não vá conseguir mudar (lembre-se de que este é um sentimento característico da timidez). Deve buscar ajuda para conseguir vencer as “barreiras” que ele mesmo está se impondo e assim conseguir viver de modo muito mais alegre e livre, sem tantas angústias, medos e sofrimento.
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