sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

VOCÊ SABE A DIFERENÇA ENTRE SIMPATIA E EMPATIA?

De um modo geral, imaginamos que tanto a simpatia quanto a empatia possuem o mesmo significado. Isto não é verdade!
A simpatia é comumente confundida com carisma. As pessoas dizem que alguém é simpático quando esta pessoa é agradável, admirável, sorridente. Na verdade, uma pessoa é simpática quando ela consegue compreender e identificar os sentimentos e as emoções, positivos ou negativos, das outras pessoas. Ser simpático é uma forma de se relacionar com as outras pessoas. É uma capacidade que esta ligada ao encontro, ao primeiro momento, um nível inicial de percebermos os sentimentos das outras pessoas.
A empatia, podemos dizer que é uma capacidade de percepção “mais profunda” dos sentimentos das outras pessoas do que percebemos quando somos simpáticos. É a capacidade de perceber o que se passa no íntimo das pessoas. A empatia exige mais do que somente reconhecer o estado emocional do outro. Nos traz a capacidade de “pensar como a outra pessoa pensaria”, de “sentir como o outro sentiria”, e, principalmente “enxergar as situações e sentimentos como exatamente a outra pessoas vivenciam”.
Ao desenvolvermos a empatia em nós, conseguimos ter o real entendimento, a compreensão das idéias, dos sentimentos, das motivações e intenções dos outros.
Mas como, de fato, conseguimos desenvolver esta capacidade? Conseguiremos desenvolver tal capacidade nos libertando da forma de pensar egoísta. Ter o pensamento egoísta significa querer entender o outro a partir do referencial da própria pessoa Como exemplo: é como se eu quisesse entender o outro a partir do que EU acho, acredito, ser certo. Apresentamos a tendência de pensar que as nossas opiniões, os nossos gostos, as nossas escolhas são sempre as melhores ou mais corretas – não só para nós mesmos mas para aqueles que estão a nossa volta.
Pensar de forma empática significa perceber a realidade do que é importante, significativo e sentido pelo outro. Só tendo a empatia desenvolvida conseguiremos entender realmente o que e como o outro está se sentindo ou pensando. Conseguindo perceber esta diferença não ficamos amarrados em pré-conceitos, conseguiremos saber que algo que não é importante para mim, pode ser extremamente importante para o outro.
Não tendo a empatia desenvolvida nos limita, nos faz permanecer pensando o mundo e entendendo as pessoas de forma unilateral, egocentricamente, não tendo idéia e noção de que existem diferentes formas de pensar, sentir, do que as pessoas elegem como importante e significativo em suas vidas.
A empatia nos permite “vivenciar”, de uma outra forma, experiências de outras pessoas e assim aprender com elas, fazendo com que cresçamos nos tornando pessoas melhores, mais inteligentes percebendo que nem tudo é da forma que EU penso ou sinto.
Faça essa experiência, tente se tornar mais empático com as pessoas e assim você começara a perceber como temos muito o que aprender com as experiências elas! E lembre-se: nem tudo é da forma como EU quero ou acredito ser o melhor, o outro pode ser diferente de você e nem por isto estar errado.

10 comentários:

  1. Como leiga, ligada à exatas, ler esta explicação de forma tão clara e objetiva, deixou-me confortável em agora "botar em prática", sair do "só eu, a rainha da cocada", para entender e respeitar a opinião e o ponto de vista do outro...
    Gostei!!!!

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  2. parabéns, descreveu os dois adjetivos de forma muito clara e com muita sensibilidade.

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  4. Entrei neste site com dois objetivos ser uma pessoa melhor para fazer o melhor para as pessoas sou católico e procuro vivenciar minha religiÂo .Porém quando a pessoa tem o trabalho de entrar no site para divulgar crenças como "simpatias" chegamos a uma conclusÂo ,simplesmente não leu nem um paragráfo do texto acima e nem teve interesse no que estava escrito ou seja o que ela acha é o que importa, na sua visÂo simpatia é melhor do que empatia mesmo porque dá menos trabalho.

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    1. Comentário anterior excluído. Você está correto!

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  5. Eu amei essa explicação clara... principalmente sobre "empatia" que era minha dúvida..Sou extremamente empática com todos à minha volta..(muito antes de saber o sentido exato da palavra...Está em mim..Obrigada .valeu demais...

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  6. Achei tão legal o seu texto, e tão parecido com o Evangelho de Jesus, que resolvi reescrevê-lo da forma como eu li... Um grande abraço..
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    VOCÊ SABE A DIFERENÇA ENTRE IR À IGREJA E SEGUIR A JESUS?

    De um modo geral, imaginamos que ir à igreja significa a mesma coisa que seguir a Jesus. Isto não é verdade! Quando ouvimos alguém dizer que vai à igreja, e perguntamos a ela como era Jesus, a pessoa diz que Ele era agradável, admirável, amoroso. Tudo isso são percepções óbvias de quem ouve falar de como Ele andou aqui na Terra, mas não necessariamente essa pessoa é seguidora de Jesus.

    Seguir a Jesus é uma capacidade de percepção “mais profunda” dos Seus sentimentos. É a capacidade de perceber o que se passa no Seu íntimo.
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    Seguir a Jesus exige mais do que somente reconhecer o estado emocional Dele, é a capacidade de “pensar como Jesus pensou”, de “sentir como Jesus sentiu”, e, principalmente “enxergar as situações e sentimentos como Ele vivenciou”.
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    Ao desenvolvermos essa empatia em nós, conseguimos ter o real entendimento, a compreensão das ideias, dos sentimentos, das motivações e intenções Dele.

    Mas como, de fato, conseguimos desenvolver esta capacidade? Conseguiremos desenvolver tal capacidade nos libertando das amarras da religião, tirando a venda dos nossos olhos, abrindo mão de todos os ensinos que nos foram dados, para adquirir melhor percepção.
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    Ter o pensamento cego e fechado significa querer entender o mundo, a vida, os outros a partir do referencial da religião. Como exemplo: é como se eu quisesse entender a vida a partir do que a igreja acha, ou acredita ser certo, por aquilo que ela julga entender de Deus.
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    Apresentamos a tendência de pensar que as opiniões da igreja, os seus gostos, as suas escolhas são sempre boas e corretas.
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    Pensar Jesus de forma profunda significa perceber a realidade do que é importante, significativo e sentido por Ele. Somente tendo essa empatia desenvolvida conseguiremos entender realmente o que e como Ele sente ou pensa.
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    Conseguindo percebê-Lo, não ficamos amarrados em preconceitos. Conseguiremos saber que algo que não é importante para a igreja, é extremamente importante para Jesus, e que as coisas que a igreja julga importante, raramente Ele dá alguma importância.
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    Não ter esse olhar desenvolvido nos limita, nos faz permanecer pensando o mundo e entendendo as pessoas e a vida de forma cega, programada, condicionada, não tendo ideia e noção de que existe uma forma diferente de pensar e sentir o que Jesus elege como importante e significativo em Sua vida.
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    Sair da religião e entrar no coração e na vida de Jesus nos permite “vivenciar” as experiências Dele e assim aprendermos com suas experiências. Isso faz com que cresçamos e nos tornemos pessoas melhores, mais inteligentes, percebendo que a vida não é da forma como a igreja pensa ou sente.
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    Faça essa experiência, tente se tornar mais empático com Jesus e assim você começara a perceber como você tem muito que aprender com as experiências Dele!
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    E lembre-se: nem tudo, na verdade, quase nada é da forma como a igreja quer ou acredita ser melhor. Jesus é diferente do cristianismo e Ele sim sabe o que é bom.

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